Em debate na TV Globo, Fernando Haddad defende imposto sobre super-ricos e dispara: "Não vou defender empresário criminoso"
Haddad detalhou como a cobrança sobre os super-ricos financia a ampliação da isenção do IRPF e combateu provocações sobre o setor varejista.
Publicado em 30 de setembro de 2026, 11:40 — Em São Paulo

Durante sua participação no debate transmitido pela TV Globo na noite de terça-feira, dia 29, o ministro da Fazenda, Fernando Haddad, defendeu a reestruturação do sistema fiscal brasileiro ao destacar o impacto da cobrança de impostos sobre os patrimônios de altíssima renda. Segundo o ministro, a medida permitiu financiar a ampliação da faixa de isenção do Imposto de Renda Pessoa Física (IRPF) para trabalhadores que ganham até R$ 5.000,00 por mês.
“"140 mil brasileiros super-ricos passaram a pagar imposto para 15 milhões de brasileiros que ganham até 5 mil deixar de pagar", declarou o ministro.
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Rebatida sobre as Casas Bahia
Ao ser confrontado durante o debate da TV Globo com citações sobre a situação da rede varejista Casas Bahia, o ministro rechaçou a tentativa de associação e fez menção direta às denúncias de crimes graves vinculadas ao histórico do fundador da empresa.
“"Agora não me vem falar de Casas Bahia porque pedófilo que deve administrar muito mal a sua empresa, ele que pague, ele que pague pelo que ele fez", rebateu Haddad.
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O ministro concluiu sua intervenção enfatizando que o governo e as políticas fiscais não serão utilizados para blindar ou defender empresários envolvidos em ilícitos<!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!---->: <!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!----><!---->
“"Eu não vou ficar defendendo empresário aqui que é criminoso", finalizou.
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