
Delegado Olim é escolhido como relator do Orçamento de 2027 na ALESP
Comissão de Finanças oficializa parlamentar do PP para conduzir o PL 863/2026, que prevê receita de até R$411 bilhões para o Estado de São Paulo.
Cobertura completa sobre alesp.

Comissão de Finanças oficializa parlamentar do PP para conduzir o PL 863/2026, que prevê receita de até R$411 bilhões para o Estado de São Paulo.

Com possível espaço para o Podemos no secretariado paulista, vereadores de São Bernardo podem chegar à Assembleia Legislativa; Rogério Lins e indicação de Renata Abreu estão no centro das articulações.

Emídio de Souza acionou o Ministério Público, entidades empresariais e o Conselho Regional de Medicina após denúncias de listas de boicote, ameaças de demissão e discriminação contra eleitores do presidente.

Deputado estadual do PT criou o “Exército na cola do Tarcísio”, que reunia 2.886 seguidores em 1º de novembro. Iniciativa também mira a gestão de Ricardo Nunes e utiliza estratégia de engajamento nas redes sociais.

No 'ALESP em Pauta', deputado reeleito apontou o estrangulamento dos hospitais filantrópicos no interior paulista como uma das pautas mais urgentes do Orçamento estadual.

Em entrevista à série especial do Canal Estado SP, o deputado estadual reeleito mais longevo de São Paulo detalha sua transição para o PSD, defende socorro financeiro às Santas Casas e avalia os desafios da nova legislatura.

De autoria da deputada Carla Morando (PSD), o PL 889/2026 estabelece diretrizes para a atividade pedagógica em São Paulo, fixa critérios para apuração de denúncias e ressalva o ensino de temas curriculares como história, política e direitos humanos.

Em entrevista ao programa ALESP em Pauta, deputada estadual eleita defende fortalecimento da RAPS e articulação pelo Movimento VAT em São Paulo.

Com mais de 407 mil votos, deputada estadual eleita do PSOL abre a série especial de Transição ALESP 2027 no Canal Estado SP e detalha prioridades do mandato.

Adesão a programa federal de transparência fiscal prevê bonificação de até 1,5% da Receita Corrente Líquida em espaço para operações de crédito, condicionada ao cumprimento de metas pelo Estado.

Deputado aponta falhas recorrentes indicadas pelo TCE-SP e bancada do PT anuncia voto contra aprovação da gestão de 2025; relator defende aprovação com ressalvas.