RIO PRETO

Segundo suspeito de matar motorista de app é preso

Jovem de 19 anos estava escondido na casa de parente em Rio Preto

Amanda Mendes
Amanda Mendes

Publicado em 8 de julho de 2026, 15:39 — Em Rio Preto

1 min de leitura
Segundo suspeito de matar motorista de app é preso
Segundo suspeito de matar motorista de app é preso

O segundo suspeito de matar um motorista de aplicativo com um disparo na cabeça em São José do Rio Preto foi preso nesta terça-feira (7). Davi Santos da Costa, de 19 anos, foi localizado pela Polícia Civil no bairro Santo Antônio, escondido na casa de sua tia, após a Justiça conceder a prisão temporária solicitada pelos investigadores.

O crime ocorreu no dia 11 de junho. A vítima, Wilsiano Soares Novaes Teixeira, de 43 anos, foi atingida na cabeça durante uma corrida, perdeu o controle do veículo e colidiu contra um poste de iluminação. Ele morreu no local. Imagens de câmeras de segurança registraram os dois suspeitos, que estavam como passageiros no carro e estavam armados, fugindo pelas janelas logo após os disparos.

O caso foi registrado como latrocínio, roubo seguido de morte. Segundo o delegado responsável pela investigação, Roberval Macedo, uma discussão relacionada ao pagamento da corrida teria antecedido o crime. O adolescente de 17 anos, apreendido em 12 de junho, afirmou em depoimento ter entregue R$ 20 para pagar a viagem e questionado o troco de R$ 2, o que teria iniciado o desentendimento. Para a polícia, há indícios de motivação patrimonial.

O menor, que já possuía passagens criminais por tráfico de drogas e roubo, alegou ainda que acreditava estar sendo procurado pela Justiça e que chegou a pensar que o motorista era um policial civil. Ele cumpria medida de internação de 45 dias à época dos fatos.

As investigações seguiram após a apreensão do adolescente, com a polícia identificando Davi Santos da Costa como o segundo envolvido e requerendo sua prisão temporária ao Poder Judiciário. A localização do suspeito na residência de um familiar indicou tentativa de se ocultar das autoridades. O caso segue sob responsabilidade da Polícia Civil de Rio Preto.

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