Quatro homens são presos por furto de fios
Suspeitos se passavam por funcionários da Vivo.
Publicado em 18 de setembro de 2026, 14:54 — Em Mogi das Cruzes

Na tarde de quinta-feira, 17 de setembro, quatro homens foram presos em Mogi das Cruzes, após serem flagrados furtando fios de cobre no distrito de Taiaçupeba. Os suspeitos se apresentavam como funcionários da Vivo, utilizando uniformes e um veículo falsificado para realizar a abordagem ao local do crime, o que gerou desconfiança e levou a uma denúncia à Guarda Civil Municipal (GCM).
A GCM recebeu a informação sobre um possível furto por volta das 13h40 e imediatamente se dirigiu à Rua Vigia Eugênia Griesbach, onde os suspeitos foram localizados e abordados. Durante a inspeção do veículo utilizado pelo grupo, os agentes encontraram cerca de 82 metros de fios de cobre no porta-malas, com um valor estimado em R$ 4,3 mil. A quantidade e o valor do material indicam a gravidade do ato, que pode ter causado prejuízos significativos à empresa de telecomunicações.
Um representante da Vivo foi chamado ao local e confirmou que os fios encontrados pertenciam à companhia, o que reforçou a acusação contra os homens. A empresa informou que está acompanhando o caso e aguardando a conclusão dos procedimentos legais por parte das autoridades competentes.
Os quatro homens foram levados para a Delegacia Central de Mogi das Cruzes, onde permanecem à disposição da Justiça. O caso levanta a questão da segurança e vigilância em relação a pessoas que se apresentam como funcionários de empresas, especialmente em situações que envolvem serviços públicos essenciais como telecomunicações.
A ação da GCM é um exemplo da importância do trabalho em conjunto entre a população e as autoridades para a prevenção de crimes. A denúncia que levou à prisão dos suspeitos demonstra a eficácia da comunicação entre os cidadãos e a Guarda, essencial para combater a criminalidade na região.
Agora, os próximos passos envolvem o prosseguimento das investigações e a avaliação das consequências legais que os suspeitos enfrentarão. O caso também servirá como alerta para outras empresas sobre a necessidade de reforçar a identificação de seus funcionários e as medidas de segurança em operações externas.




