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Engenheiro tem morte cerebral após agressão

Caso ocorreu em Santos durante ato político

Marcello Sanches
Marcello Sanches

Publicado em 26 de outubro de 2026, 10:04 — Em Baixada Santista

2 min de leitura
Engenheiro tem morte cerebral após agressão
Engenheiro tem morte cerebral após agressãoFoto: Reprodução Instagram

Marcelo de Oliveira Rocha, um engenheiro ambiental de 30 anos, teve a morte cerebral confirmada neste domingo (25) após ser espancado na madrugada de sábado (24) em Santos, litoral de São Paulo. A agressão ocorreu depois que Marcelo se afastou de um ato político para ir ao banheiro durante uma apresentação da Banda Esquerdantina, em apoio à reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Amigos sentiram sua falta e, ao procurá-lo, encontraram-no desacordado na esquina da Avenida Conselheiro Nébias com a Rua Henrique Ablas.

O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado e levou Marcelo à Santa Casa de Santos, onde permaneceu internado. A Polícia Militar também foi chamada, mas encontrou o local já deserto, com a vítima já socorrida. Até o momento, a motivação da agressão e a identidade dos agressores permanecem desconhecidas.

A Banda Esquerdantina, organizadora do evento, emitiu uma nota lamentando a agressão e pedindo uma investigação rápida e eficaz para punir os responsáveis. A nota também expressou repúdio à homofobia, enfatizando a necessidade de combater o discurso de ódio que permeia o ambiente político atual.

A Secretaria da Segurança Pública de São Paulo (SSP-SP) foi contatada, mas ainda não se manifestou sobre o caso. A comunidade local aguarda respostas sobre as circunstâncias da agressão, que gerou grande comoção e protestos contra a violência política.

A tragédia envolvendo Marcelo de Oliveira Rocha destaca os riscos enfrentados por aqueles que se manifestam politicamente e levanta preocupações sobre a segurança em eventos desse tipo. A mobilização em torno do caso não só reflete a necessidade de justiça, mas também um apelo por um ambiente mais seguro e respeitoso para todos os cidadãos.

A situação de Marcelo gerou repercussão em diversos setores da sociedade, chamando a atenção para a urgência de medidas que coíbam a violência política e a intolerância. Os próximos passos incluem a continuidade das investigações e a pressão por justiça por parte da comunidade e de organizações que defendem os direitos humanos.

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