BAIXADA SANTISTA

Receita Federal apreende peças de fuzil no Porto de Santos

Material chegou de Miami oculto em bagagem desacompanhada

Marcello Sanches
Marcello Sanches

Publicado em 7 de agosto de 2026, 09:03 — Em Baixada Santista

1 min de leitura
Receita Federal apreende peças de fuzil no Porto de Santos
Receita Federal apreende peças de fuzil no Porto de Santos

A Receita Federal apreendeu peças de fuzil contrabandeadas no Porto de Santos, em uma ação de fiscalização aduaneira que resultou na interceptação de armamento ilegal proveniente dos Estados Unidos. O material foi localizado dentro de uma bagagem desacompanhada e encaminhado à Polícia Federal para as providências cabíveis.

As peças foram enviadas a partir de Miami, nos Estados Unidos, e chegaram ao Porto de Santos ocultadas em bagagem desacompanhada — modalidade de remessa em que o volume é transportado separado do passageiro, sem presença física do remetente ou destinatário no momento do desembarque. Esse tipo de envio é frequentemente utilizado para tentar burlar os controles aduaneiros.

A fiscalização da Receita Federal no Porto de Santos é responsável pelo monitoramento de cargas, encomendas e bagagens que entram no país pelo complexo portuário, um dos maiores da América Latina e principal ponto de entrada e saída de mercadorias no Brasil. A apreensão reforça a importância do controle aduaneiro na contenção do tráfico internacional de armas e peças de armamento.

Após a identificação do material ilícito, a ocorrência foi encaminhada à Polícia Federal, órgão competente para investigar crimes relacionados ao tráfico e contrabando de armas no país. A PF dará continuidade às investigações para identificar remetentes, destinatários e possíveis integrantes da rede de distribuição das peças apreendidas.

O contrabando de peças e acessórios de fuzis representa grave risco à segurança pública, uma vez que o material pode ser utilizado para montagem ou manutenção de armamento de uso restrito. As autoridades não divulgaram, até o momento, detalhes sobre a quantidade exata de peças apreendidas nem sobre os possíveis destinatários da carga no Brasil.

Gostou? Compartilhe:

Leia também