Corpo de jovem desaparece do IML em Suzano
Família busca explicações após velório marcado.
Publicado em 2 de novembro de 2026, 10:19 — Em Mogi das Cruzes

Os restos mortais de Kewin dos Santos Nunes, de 22 anos, desapareceram do Instituto Médico Legal (IML) de Suzano, onde estavam sob a responsabilidade do órgão após serem submetidos a uma perícia em São Paulo. O jovem foi encontrado carbonizado dentro de um veículo em agosto deste ano, e sua família havia agendado o velório para o último sábado, dia 31. No entanto, ao tentar retirar o corpo, a funerária foi informada de que os restos mortais não estavam localizados.
Patricia dos Santos Nunes, mãe de Kewin, relatou que foi comunicada pelo IML na terça-feira, dia 27, de que os restos mortais do filho estavam liberados para o sepultamento. Desde então, a família se preparava para a cerimônia, que estava marcada para as 10h do dia 31. Contudo, na sexta-feira, dia 30, quando a equipe da funerária chegou ao IML para a retirada, não encontrou o corpo de Kewin.
A situação se agravou quando Patricia foi informada pela funerária sobre o desaparecimento. "Procuraram e não tinha os restos mortais dele aqui. Fiquei aguardando o IML me ligar, mas não obtive retorno", afirmou a mãe, que buscou respostas diretamente no instituto. Ao chegar lá, os funcionários também não souberam explicar o que havia ocorrido.
Conforme o relato de Patricia, o diretor do IML afirmou que uma verificação seria realizada para investigar se os restos mortais de Kewin poderiam ter sido retirados por engano. O caso gerou grande preocupação e desespero na família, que aguarda esclarecimentos sobre a situação.
A Polícia Civil de Suzano já está ciente do ocorrido e investiga o caso, buscando entender como o corpo do jovem, que deveria estar sob custódia do IML, desapareceu. A família espera por uma solução rápida, uma vez que o velório e o sepultamento são momentos de grande importância para o luto familiar.
Este incidente não apenas trouxe dor à família, mas também levanta questões sobre os procedimentos de segurança e manuseio de corpos em instituições como o IML. A comunidade aguarda desdobramentos sobre esse caso, que envolve não apenas o desaparecimento de um ente querido, mas também a confiança em um serviço público essencial.




