BAIXADA SANTISTA

Justiça reimpõe tornozeleira a ré ligada ao PCC

Passaporte irregular motivou retomada da medida cautelar na Baixada Santista

Marcello Sanches
Marcello Sanches

Publicado em 3 de agosto de 2026, 08:18 — Em Baixada Santista

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Justiça reimpõe tornozeleira a ré ligada ao PCC
Justiça reimpõe tornozeleira a ré ligada ao PCC

A Justiça voltou a exigir o uso de tornozeleira eletrônica por Karen de Moura Tanaka Mori, conhecida como 'Japa do PCC', após a identificação de um problema relacionado ao seu passaporte. A medida cautelar havia sido flexibilizada anteriormente, mas a irregularidade documental motivou a reimposição do monitoramento eletrônico.

Karen é ré em investigação que apura suposta participação em esquema de lavagem de dinheiro vinculado ao Primeiro Comando da Capital, o PCC, na Baixada Santista. O caso integra um conjunto de ações penais que buscam desarticular a estrutura financeira da facção na região.

A tornozeleira eletrônica é utilizada como medida alternativa à prisão preventiva, permitindo o monitoramento dos deslocamentos da investigada pelas autoridades competentes. A reimposição do dispositivo indica que o Judiciário avaliou haver risco concreto que justificasse o reforço do controle sobre a ré.

A irregularidade no passaporte foi o elemento determinante para que o juízo responsável pelo caso revisasse as condições da medida cautelar vigente. A posse de documento de viagem em situação irregular pode ser interpretada como indício de tentativa de fuga ou de descumprimento das obrigações processuais impostas.

O processo segue em andamento na Baixada Santista, e Karen de Moura Tanaka Mori permanece respondendo às acusações em liberdade monitorada, sujeita às restrições judiciais determinadas. Novas decisões poderão ser tomadas conforme o andamento da instrução processual.

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