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Erika Hilton convoca mobilização contra anistia e reforça defesa da democracia

Deputada critica o bolsonarismo, defende o governo Lula e afirma que a disputa política envolve a preservação de direitos e das instituições democráticas.

Amanda Mendes
Amanda Mendes

Publicado em 9 de outubro de 2026, 11:26 — Em São Paulo

1 min de leitura
Erika Hilton convoca mobilização contra anistia e reforça defesa da democracia
Erika Hilton convoca mobilização contra anistia e reforça defesa da democracia

A deputada federal Erika Hilton (PSOL-SP) fez um discurso contundente em defesa do presidente Luiz Inácio Lula da Silva e convocou apoiadores a permanecer mobilizados nas ruas e nas redes sociais. Para a parlamentar, o momento político vai além da disputa eleitoral e envolve o futuro da democracia e a garantia de direitos sociais.

“
Não se trata apenas de uma eleição, afirmou Hilton, destacando a importância de proteger mulheres, meninas, a população negra e a comunidade LGBT.
”

A deputada também criticou o bolsonarismo e rejeitou qualquer possibilidade de anistia aos envolvidos nos ataques às sedes dos Três Poderes, em 8 de janeiro de 2023.

“Sem anistia” e o embate político

Durante a manifestação, apoiadores entoaram palavras de ordem contra a anistia e em defesa da responsabilização dos envolvidos nos atos antidemocráticos. Hilton também direcionou críticas duras ao ex-presidente Jair Bolsonaro, reforçando o tom de confronto político.

O tema permanece no centro das tensões nacionais, envolvendo discussões sobre responsabilização judicial, propostas de anistia e o papel das instituições na defesa da ordem democrática.

Mobilização popular e direitos sociais

Ao defender a continuidade dos atos e da mobilização digital, Erika Hilton apresentou a participação popular como instrumento de pressão política e defesa de direitos. Sua fala reflete a disputa entre diferentes projetos para o país, em um cenário de polarização que ultrapassa os períodos eleitorais.

O debate também levanta questões fundamentais: como responsabilizar os envolvidos em ataques à democracia, preservar o devido processo legal e garantir que as instituições atuem dentro dos limites constitucionais?

Mais do que um confronto entre lideranças políticas, a discussão coloca em pauta a participação da sociedade, a proteção dos direitos fundamentais e os caminhos para fortalecer a democracia brasileira.

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