Avô esfaqueia neto autista em Rio Preto
Jovem foi hospitalizado em estado grave
Publicado em 27 de outubro de 2026, 11:56 — Em Rio Preto

Um incidente chocante ocorreu em Rio Preto, onde um avô foi levado à Delegacia de Investigações Criminais (Deic) após esfaquear seu neto de 19 anos, que possui autismo. O fato aconteceu na residência da família, localizada no bairro São Francisco, na tarde do último sábado. O jovem, identificado como um autista, foi rapidamente socorrido e transferido em estado grave para o Hospital de Base da cidade. A gravidade de suas lesões gerou preocupação nas autoridades locais e na comunidade.
A Polícia Civil foi acionada logo após o ocorrido e iniciou uma investigação para apurar as circunstâncias do ataque. Testemunhas relataram que o avô, de 62 anos, havia demonstrado comportamento agressivo anteriormente, mas o motivo exato que levou ao ataque ainda não foi esclarecido. A família está em choque e a situação levanta questões sobre a saúde mental e os cuidados que envolvem o tratamento de pessoas com transtornos do espectro autista.
Além da investigação policial, o caso também chamou a atenção de organizações de defesa dos direitos das pessoas com deficiência, que exigem que a situação seja tratada com a seriedade que merece. A violência contra pessoas com deficiência é um tema recorrente e que precisa ser abordado com urgência pela sociedade. As autoridades estão avaliando a necessidade de apoio psicológico para a família e medidas de proteção ao jovem.
A expectativa é que o avô permaneça detido até que a investigação seja concluída e as circunstâncias do crime sejam totalmente esclarecidas. Até o momento, ele não tinha antecedentes criminais, o que surpreendeu a todos que conheciam a família. O Hospital de Base não divulgou informações detalhadas sobre o estado de saúde do jovem, mas familiares esperam por melhoras.
Este caso levanta discussões importantes sobre a violência doméstica e a proteção de grupos vulneráveis. As próximas etapas incluem a continuidade da investigação pela Polícia Civil e a possível apresentação de denúncia ao Ministério Público, dependendo das conclusões que forem alcançadas. A comunidade também aguarda por medidas que possam prevenir a repetição de situações semelhantes no futuro.




