DAE descobre almoxarifado clandestino e abre processo
Três pessoas respondem a processo administrativo por irregularidades na autarquia
Publicado em 20 de julho de 2026, 17:23 — Em Bauru

O Departamento de Água e Esgoto de Bauru (DAE) descobriu a existência de um almoxarifado clandestino instalado irregularmente nas dependências da autarquia. A partir da constatação, o atual presidente da instituição, João Carlos Viegas, determinou a abertura de processo administrativo para apurar as irregularidades identificadas e responsabilizar os envolvidos.
Três pessoas foram indiciadas no processo administrativo instaurado pelo DAE em decorrência do caso. As investigações internas têm como objetivo apurar como o espaço foi montado, por quanto tempo funcionou de forma irregular e quem eram os responsáveis pela manutenção do almoxarifado não autorizado dentro da estrutura da autarquia.
A descoberta ocorreu durante gestão de Viegas, que assumiu a presidência do DAE e passou a conduzir levantamentos internos na autarquia. A identificação do almoxarifado clandestino é tratada pela direção como uma irregularidade grave, que demanda apuração formal por meio dos ritos administrativos previstos na legislação.
O processo administrativo é o instrumento legal utilizado pelo poder público para investigar servidores ou colaboradores suspeitos de irregularidades, garantindo o contraditório e a ampla defesa aos investigados. Ao final da apuração, as penalidades aplicáveis podem variar conforme a gravidade das condutas comprovadas.
O DAE é responsável pelo abastecimento de água e pelo sistema de esgotamento sanitário de Bauru, sendo uma autarquia municipal de grande relevância para a população. Casos de irregularidades internas em órgãos públicos impactam diretamente a credibilidade institucional e o uso adequado dos recursos públicos destinados aos serviços essenciais prestados à comunidade.


