TempoSão Paulo: 29° · Céu limpo · mín 15° máx 29°DólarR$ 5,21 (+0.66%)EuroR$ 6,04 (+0.88%)Ibovespa166.809 pts (-0.08%)BitcoinR$ 334.700 (+1.60%)SelicTaxa básica em 14,00% a.a.Umidade32% em São Paulo · vento 7 km/hEm altaGrande ABCEm altaBaixada SantistaEm altaGrandeABCSolDia limpo em São Paulo — ótimo para acompanhar o plantão ao ar livre.DicaBoa noite: comece pelas urgentes e depois mergulhe nas análises da edição.Hojesegunda-feira, 17 de agostoTempoSão Paulo: 29° · Céu limpo · mín 15° máx 29°DólarR$ 5,21 (+0.66%)EuroR$ 6,04 (+0.88%)Ibovespa166.809 pts (-0.08%)BitcoinR$ 334.700 (+1.60%)SelicTaxa básica em 14,00% a.a.Umidade32% em São Paulo · vento 7 km/hEm altaGrande ABCEm altaBaixada SantistaEm altaGrandeABCSolDia limpo em São Paulo — ótimo para acompanhar o plantão ao ar livre.DicaBoa noite: comece pelas urgentes e depois mergulhe nas análises da edição.Hojesegunda-feira, 17 de agosto
CAMPINAS

Campinas vai mapear gastos climáticos no orçamento

A partir de 2028, investimentos contra eventos extremos serão fixos no planejamento municipal

Fabricio dos Santos
Fabricio dos Santos

Publicado em 17 de agosto de 2026, 13:56 — Em Campinas

1 min de leitura
Campinas vai mapear gastos climáticos no orçamento
Campinas vai mapear gastos climáticos no orçamento

A Prefeitura de Campinas anunciou que vai mapear, no orçamento municipal, todos os investimentos relacionados às mudanças climáticas. A medida tem como objetivo tornar esses gastos fixos e previstos anualmente a partir de 2028, integrando o combate aos eventos climáticos extremos ao planejamento ordinário da cidade.

A informação foi divulgada pela secretária adjunta do Clima, Meio Ambiente e Sustentabilidade, Marcela Pupin. Segundo ela, o município já analisa obras executadas e faz levantamento dos valores aplicados em mecanismos de resistência ao calor e de prevenção a enchentes, tanto nos projetos quanto nos materiais utilizados.

A partir de 2028, esses valores passarão a ser formalmente identificados — ou "etiquetados", nos termos da secretaria — e se tornarão parte estrutural das políticas públicas municipais. A previsão é que futuras obras já sejam concebidas com requisitos da chamada "agenda verde" e da "agenda azul", voltadas à sustentabilidade ambiental e à gestão das águas urbanas.

Pupin explicou que obras antes executadas apenas com concreto passam agora a ser planejadas sob uma perspectiva climática. "A obra cinza que antigamente a gente fazia na cidade está sendo abraçada pela lente climática, pela agenda verde, pela agenda azul e trazendo um resultado de equalização na cidade para os enfrentamentos", afirmou a secretária.

Entre os exemplos citados de investimentos classificados como de enfrentamento às mudanças climáticas estão obras de drenagem de água de chuva e a aquisição de ar-condicionado para unidades de saúde. Reservatórios de contenção de cheias, como o RP-1 no bairro Proença, também se enquadram nessa categoria.

A secretária destacou que a efetividade das políticas públicas depende diretamente da inclusão da pauta climática no planejamento financeiro. "Quando a gente fala em trabalho, a gente fala em dinheiro. Quando a gente fala em dinheiro, precisa falar da peça orçamentária", disse Pupin.

Gostou? Compartilhe:

Leia também